PRESIDENCIA DE COLOMBIA/OVIDIO GONZALEZ - Arquivo
MADRID 20 maio (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que o senador Alexander López, coordenador de campanha de seu partido, Pacto Histórico, teria sofrido uma tentativa de sequestro por parte de vários homens armados, que ele identificou como combatentes das dissidências das FARC sob o comando do conhecido como “Iván Mordisco” e que teriam disparado contra uma caminhonete blindada da comitiva de López.
“Acabaram de tentar sequestrar o senador Alexander López”, afirmou Petro em um evento governamental dedicado à juventude, para logo em seguida declarar nas redes sociais que “o carro blindado do senador Alexander López foi alvejado por tiros de fuzis disparados pelo grupo armado do narcotráfico liderado por ‘Iván Mordisco’ e ‘Marlon’”.
No entanto, segundo Petro, “o senador, por motivos de segurança, trocou de carro logo no início do trajeto e seguia um pouco mais à frente”. “O carro do prefeito de Santander de Quilichao (Luis Eduardo Grijalba Muñoz) também foi atacado, e ambos haviam saído do mesmo ponto”, acrescentou.
Os supostos fatos também foram denunciados pelo candidato presidencial do Pacto Histórico, Iván Cepeda, que expressou sua “veemente repulsa à tentativa de sequestro de Alexander López”, alegando ainda que “informações preliminares indicam que essa ação macabra é obra de um grupo dissidente”.
“Solicito às autoridades uma investigação eficaz e a captura dos autores deste ato criminoso”, acrescentou Cepeda sobre o suposto incidente armado que teria envolvido aquele que, além de senador como ele, é o principal coordenador da campanha do Pacto Histórico no sudoeste da Colômbia e havia acompanhado Cepeda horas antes, hoje, em um evento na capital do Cauca, de onde voltava para Cali quando foi interceptado.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático