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MADRID, 17 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, denunciou na quarta-feira a detenção de observadores eleitorais colombianos no Equador, depois que no início desta semana eles lhe deram relatórios "preocupantes" sobre o processo eleitoral que deu a reeleição ao presidente desse país, Daniel Noboa.
Em uma breve mensagem em sua conta na rede social, X assegurou que "observadores eleitorais colombianos foram detidos", uma declaração que vem depois que Petro assegurou que os observadores enviados de Bogotá lhe forneceram relatórios "preocupantes" sobre as eleições, enquanto alguns observadores estrangeiros precisaram de proteção "porque tinham medo de não poder sair" e "impediram um observador argentino de deixar o país".
Por outro lado, o presidente advertiu que "há uma lista negra de opositores no Equador que estão sendo perseguidos" e prometeu dar "asilo a qualquer pessoa que chegue ao território colombiano".
Petro fez eco a uma mensagem publicada pela Progressive International em X, que indica que "o governo de Daniel Noboa elaborou uma lista negra de cerca de 100 figuras da oposição que correm o risco máximo de serem presas".
Noboa venceu as eleições do último domingo com 55% dos votos contra Luisa González, a candidata do correísmo, que, assim que a apuração das eleições terminou, saiu para denunciar um caso de fraude. Entretanto, nem mesmo os partidos de oposição que apoiaram González nessas eleições apoiaram suas reivindicações.
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