Publicado 08/09/2025 10:09

Petro, após o sequestro de militares: "Eles não serão respondidos com a morte de civis, mas com a libertação do povo".

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo do presidente da Colômbia, Gustavo Petro
Europa Press/Contacto/Sebastian Barros - Arquivo

MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente colombiano, Gustavo Petro, repudiou na segunda-feira o sequestro de 45 soldados em território controlado pela Frente 'Carlos Patiño' das extintas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), no departamento de Cauca, e disse que essas ações mostram que o grupo armado está "enfraquecendo".

"Cada vez que os narcotraficantes armados usam mais e mais a população civil como escudos para seus negócios, mais e mais eles mostram que estão enfraquecendo. As bombas e o (assédio) de civis contra os militares não serão respondidos com a morte de civis, mas com a libertação do povo das máfias. Libertar o território nacional das máfias é a ordem do presidente", disse o presidente.

Em uma mensagem anterior, ambas publicadas em seu perfil na rede social X, ele se dirigiu aos "camponeses de Micay" para dizer-lhes que eles têm "a oportunidade" de deixar os soldados livres, dizendo que "eles podem ser seus filhos". "Os filhos da Colômbia devem abraçar e sobreviver a seus pais. A comissão de diálogo está pronta e é a palavra do presidente", acrescentou.

O governo colombiano havia denunciado no dia anterior que um grupo de cerca de 600 pessoas, supostamente manipuladas pela estrutura "Carlos Patiño", havia detido um grupo de soldados composto por oficiais e suboficiais, nas proximidades do município de El Tambo, por volta das 14 horas (horário local).

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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