Publicado 02/05/2026 00:41

Petro anuncia que apresentará sua proposta de Assembleia Constituinte ao Congresso no próximo dia 20 de julho

Archivo - Arquivo - 3 de fevereiro de 2026, Washington, Distrito de Columbia, Estados Unidos: O presidente da Colômbia, GUSTAVO PETRO, fala com a imprensa na Embaixada da Colômbia, afirmando que manteve conversas positivas com o presidente dos EUA, Trump,
Europa Press/Contacto/Andrew Leyden - Arquivo

Conta com o apoio de cinco milhões de assinaturas

MADRID, 2 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou nesta sexta-feira que, no próximo dia 20 de julho, apresentará formalmente ao Congresso um projeto para promover a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, em uma data que coincide com a posse do novo Legislativo eleito nas eleições de 8 de março passado.

O presidente destacou que a apresentação da iniciativa será acompanhada pela entrega de mais de cinco milhões de assinaturas de apoio da população, requisito com o qual busca dar impulso político à proposta. Nesse sentido, ele observou que sua tramitação ficaria a cargo do próximo governo.

“Entregaremos, no dia 20 de julho, cinco milhões de assinaturas para solicitar a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte com o objetivo de acrescentar dois capítulos à Constituição: os atos legislativos para regulamentar os direitos fundamentais das pessoas e da sociedade por meio de reformas sociais, e a reforma do sistema político e judicial que acabe com a corrupção na Colômbia”, explicou o presidente em uma publicação nas redes sociais.

O objetivo de Petro é impulsionar uma iniciativa que inclua mudanças no sistema político e judicial, com o propósito de combater a corrupção e fortalecer o Estado social de direito, com especial atenção aos crimes de corrupção, que deveriam receber — em sua opinião — as penas máximas previstas na legislação e sem benefícios de liberdade condicional.

“A pena mais severa do Código Penal deve ser aplicada aos atos de corrupção, sem qualquer tipo de benefício de libertação”, concluiu sua mensagem.

Assim sendo, o presidente defendeu que a proposta em questão não implicaria nem a eliminação nem o enfraquecimento de instituições como o Congresso ou a Corte Constitucional, mas sim uma reorientação do marco normativo para ampliar direitos e promover transformações estruturais no país, segundo informou a emissora colombiana Caracol Radio.

De acordo com as explicações do presidente, nesse mesmo dia — 20 de julho — ocorrerá também sua última intervenção como chefe de Estado perante o Capitólio Nacional, no âmbito da abertura das sessões do novo Congresso.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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