Publicado 09/01/2026 02:20

Petro afirma que seu futuro político "depende" de Trump

Archivo - Arquivo - BOGOTÁ, 25 de outubro de 2025 — O presidente colombiano Gustavo Petro (à frente) discursa durante um comício na Plaza de Bolívar, em Bogotá, capital da Colômbia, em 24 de outubro de 2025. O governo Trump impôs sanções ao presidente col
Europa Press/Contacto/Li Zijian - Arquivo

MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou nesta quinta-feira que seu futuro político “depende” de seu homólogo norte-americano, Donald Trump, e revelou que, após a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, temeu uma “operação militar” em seu país.

Ele disse isso em uma entrevista concedida à rede Telemundo 51, alegando que “poderia enfrentar uma perseguição da OFAC (Oficina de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos)” ao deixar a presidência de seu país, que realizará eleições em maio de 2026.

O mandatário indicou que sofreria “uma paralisia econômica (...) se a OFAC existir, tenho que mover minha vida de acordo com isso”. “Não é difícil para mim, porque vivi muito da minha vida, inclusive morando na casa de amigos quando me perseguiam”, acrescentou, em alusão ao seu passado guerrilheiro.

Petro afirmou que se as sanções emitidas em outubro passado contra ele pelo Tesouro dos Estados Unidos “forem retiradas, a relação entre Bogotá e Washington melhorará”, uma declaração que fez um dia depois de manter uma conversa telefônica com o inquilino da Casa Branca, onde será recebido em breve.

O presidente revelou, por outro lado, que considerou que “teria o mesmo destino” de Nicolás Maduro, capturado no último fim de semana em um ataque dos Estados Unidos a Caracas e posteriormente transferido para Nova York. “Claro, até me disseram isso”, afirmou quando questionado sobre o assunto, antes de afirmar que temia “uma operação, não sabemos quando, mas de tipo militar”.

Petro insistiu que esta “estava sendo preparada contra a Colômbia”, mas indicou que “é provável” que tenha sido suspensa após sua ligação na quarta-feira com Trump. “Se alguém está ameaçando você, tente manter o dedo no gatilho. Foi isso que, acredito, foi feito”, esclareceu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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