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MADRID 3 out. (EUROPA PRESS) -
A pesquisadora russo-israelense Elizabeth Tsurkov agradeceu na sexta-feira ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sua "ação decisiva" para garantir sua libertação em meados de setembro, depois de mais de dois anos e meio sequestrada por uma milícia xiita no Iraque, em suas primeiras declarações públicas desde o fim de seu cativeiro.
"Finalmente, milagrosamente, livre após 903 dias em cativeiro. Obrigada, presidente Trump, por sua ação decisiva que me trouxe de volta para casa sem que nada fosse dado em troca aos sequestradores, Kataib Hezbollah", disse Tsurkov em uma mensagem publicada em sua conta na rede social X. "Sou grata a você, presidente Trump, por sua ação decisiva que me trouxe de volta para casa sem que nada fosse dado em troca aos sequestradores, Kataib Hezbollah.
Ele também expressou sua "profunda gratidão" ao enviado de reféns dos EUA, Adam Boehler, ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e a outros envolvidos em sua libertação. "Agradeço do fundo do meu coração a todos que tentaram ajudar de alguma forma", acrescentou.
A libertação de Tsurkov foi anunciada em 9 de setembro pelo próprio Trump, que observou que a mulher havia sido transferida para a embaixada dos EUA em Bagdá após sua libertação, "depois de ter sido torturada por muitos meses", enquanto o primeiro-ministro iraquiano Mohamed Shia al Sudani explicou que a libertação foi "o resultado de amplos esforços" das forças de segurança.
Tsurkov entrou no Iraque usando seu passaporte russo para realizar pesquisas acadêmicas em nome da Universidade de Princeton, no estado americano de Nova Jersey. Em novembro daquele ano, a televisão iraquiana transmitiu um vídeo que a mostrava na primeira prova de vida publicada desde seu sequestro.
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