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MADRID 22 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades chinesas rejeitaram nesta quinta-feira a existência de uma “ameaça chinesa” no Ártico, conforme alertado pelos Estados Unidos e pela OTAN, depois que o presidente americano, Donald Trump, anunciou um “marco para um futuro acordo” em relação à Groenlândia.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, indicou durante uma coletiva de imprensa que Pequim “tem lidado com suas questões de política externa de maneira consistente e de acordo com os princípios e objetivos estabelecidos na Carta das Nações Unidas”, conforme publicado pelo jornal Global Times.
“As acusações sobre uma suposta ameaça chinesa são totalmente infundadas e carecem de qualquer base que as sustente. A China se opõe a esse tipo de declaração e ao fato de que a China seja usada como pretexto para promover interesses egoístas por parte de terceiros”, alertou. Anteriormente, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, elogiou sua "ótima discussão" na quarta-feira com o presidente dos Estados Unidos para abordar as tensões em torno da Groenlândia e enfatizou a importância de reforçar a segurança no Ártico diante das ameaças percebidas por parte da Rússia e da China, às quais pediu para "manterem-se afastadas" da ilha dinamarquesa, tanto em nível militar quanto econômico.
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