Publicado 28/07/2025 06:44

Pequim pede que Kiev "corrija" suas últimas sanções contra empresas e cidadãos chineses

Archivo - Arquivo - Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
Johannes Neudecker/dpa - Archivo

MADRID 28 jul. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês pediu nesta segunda-feira à Ucrânia que "corrija" sua "política errônea" de sanções, anunciada na véspera e que afeta algumas de suas empresas por sua suposta colaboração com a Rússia, advertindo que elas têm o direito de responder à altura.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, lembrou que Pequim sempre se opõe a "sanções unilaterais" que não tenham a aprovação do Conselho de Segurança da ONU e, portanto, pede à Ucrânia que "corrija sua política errônea para evitar consequências negativas".

Nesse sentido, o porta-voz reiterou que a China sempre protegerá os "interesses legítimos" de seus cidadãos e empresas nacionais no exterior.

No domingo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky assinou um novo pacote de sanções contra cidadãos e empresas russas, mas também contra aqueles que têm ajudado Moscou na guerra de alguma forma.

Oito cidadãos da Rússia, China, Azerbaijão, Irã, Azerbaijão e Índia, bem como 45 empresas, principalmente de Hong Kong, Rússia, China, Índia e Emirados Árabes Unidos, mas também de Cingapura, Turquia e Belarus, foram destacados na nova lista.

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