Publicado 29/01/2026 13:59

Pequim exige que os EUA parem de exagerar a “ameaça militar” chinesa e de “incitar o confronto entre blocos”.

PEQUIM, 4 de janeiro de 2026 — A formação da Guarda de Honra do Exército Popular de Libertação da China (PLA) participa de um desfile militar em Pequim, capital da China, em 3 de setembro de 2025. Em 3 de setembro, a China realizou uma grande reunião para
Europa Press/Contacto/Liu Xu

Alerta que qualquer tentativa de conter militarmente a China está “condenada ao fracasso” MADRID 29 jan. (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Defesa da China garantiu nesta quinta-feira que os Estados Unidos devem parar de “exagerar a chamada ameaça militar” chinesa e de “incitar a confrontação entre blocos”, após insistir que o gigante asiático não poderá ser contido por meios militares.

“Esperamos que a parte americana possa ter uma percepção objetiva e racional da China, mantendo a linha de não conflito e não confronto”, indicou o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, coronel Jiang Bin, que insistiu que Washington “pare de exagerar a chamada ameaça militar chinesa” e “pare de incitar o confronto entre blocos”.

Pequim acusou os Estados Unidos de “dizer uma coisa e fazer outra” em questões que afetam os interesses fundamentais da China, pelo que solicitou “esforços concretos” para promover uma relação “estável” e “segura”.

Desta forma, o porta-voz da Defesa chinesa respondeu à estratégia americana que aponta como prioridade evitar que a China domine a região do Indo-Pacífico e que lhe seja negada a defesa ao longo da primeira cadeia de ilhas, em referência ao perímetro de ilhas, incluindo Taiwan, que rodeia a China.

“Os fatos demonstraram que qualquer tentativa de conter ou bloquear a China está fadada ao fracasso”, afirmou Jiang em declarações divulgadas pelo próprio Ministério.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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