Publicado 20/05/2026 02:55

O Pentágono nega uma redução das tropas americanas na Polônia e alega "um atraso temporário na mobilização"

Archivo - Arquivo - 15 de agosto de 2024, Varsóvia, Mazóvia, Polônia: Militares norte-americanos exibem tanques M1A2 SEP V3 Abrams na Wislostrada, no centro de Varsóvia, capital da Polônia, durante um desfile militar no Dia do Exército Polonês. O desfile
Europa Press/Contacto/Dominika Zarzycka - Arquivo

Ele afirma que “outros aliados deveriam aprender com a Polônia” e destaca que garantirá “uma forte presença militar” nesse país

MADRID, 20 maio (EUROPA PRESS) -

O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos reduziu o número de Brigadas de Combate (BCT, na sigla em inglês) na Europa de quatro para três, o que provocou “um atraso temporário no destacamento de forças americanas na Polônia, um aliado exemplar dos Estados Unidos”, mas não uma redução de tropas neste país, após a retirada de efetivos da Alemanha.

“O Departamento de Guerra reduziu o número total de Brigadas de Combate designadas para a Europa de quatro para três”, indicou Parnell, que defendeu a decisão como “resultado de um processo integral e multifacetado centrado na mobilização das forças americanas” no Velho Continente, horas depois de o Comandante Supremo Aliado da OTAN (SACEUR), Alexus Grynkewich, ter confirmado a retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha.

A redução, segundo o porta-voz do Pentágono, “implica um atraso temporário na mobilização de forças americanas na Polônia, um aliado exemplar dos Estados Unidos”, que aspirava receber mais tropas americanas em seu território e havia sinalizado que pediria esclarecimentos a Washington sobre seus planos de redução de efetivos na Alemanha.

No entanto, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, manteve uma conversa sobre o assunto com a vice-primeira-ministra polonesa, Kosiniak-Kamysz, esclareceu Parnell, que acrescentou que o departamento norte-americano “manterá contato estreito com seus homólogos poloneses” à medida que avança “uma análise mais exaustiva das necessidades estratégicas e operacionais dos Estados Unidos” e das “capacidades” de seus aliados para “contribuir com forças para a defesa da Europa”.

Esse contato terá também como objetivo “garantir que os Estados Unidos mantenham uma forte presença militar na Polônia”, afirma o comunicado, que reconhece que a Polônia “demonstrou tanto a capacidade quanto a determinação para se defender”. “Outros aliados da OTAN deveriam seguir seu exemplo”, acrescentou o porta-voz do Pentágono, que indicou que “o departamento fornecerá mais informações no momento e local oportunos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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