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MADRID 5 mar. (EUROPA PRESS) -
O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, defendeu nesta quinta-feira que a missão dos Estados Unidos no Caribe e no Pacífico aumentou a dissuasão contra os cartéis de drogas, afirmando que o fluxo de substâncias como o fentanil caiu 56% e convocando a região a dar um passo à frente na luta contra o narcotráfico.
Em uma conferência na sede do Comando Sul do Exército dos Estados Unidos, na Flórida, o responsável pela Defesa dos Estados Unidos afirmou que, “ao passar à ofensiva”, Washington “restabeleceu a dissuasão contra os cartéis narcoterroristas”. “No mês passado, passamos algumas semanas sem atacar um único barco. Por quê? Porque não encontrávamos muitos barcos para afundar. E esse é o objetivo”, explicou.
O chefe do Pentágono defendeu que “era preciso colocar em marcha uma nova dinâmica” contra as redes de narcotraficantes “para que seu ciclo de decisões mudasse”. “Quando os adversários são forçados a sair de posições confortáveis, como vocês sabem, como homens e mulheres militares, ficam mais vulneráveis ao se moverem em uma direção diferente”, afirmou.
Este fórum sobre a “Luta contra os Cartéis das Américas” contou com a participação de representantes regionais de defesa e segurança de ideias, aos quais Hegseth instou a cooperar com os Estados Unidos, salientando que Washington está preparada para enfrentar estas ameaças e passar à ofensiva “apenas se necessário”.
“Nossa preferência e o objetivo desta conferência é que, no interesse desta vizinhança, todos nós façamos isso juntos”, indicou, apelando para que se conte com aliados “dispostos, capazes e desejosos de trabalhar juntos”. A FORÇA DAS ARMAS DIANTE DOS CARTÉIS
Perante políticos regionais das Caraíbas e da América Latina, Hegseth insistiu que o “comunismo e a anarcotirania” são uma ameaça comum a toda a região, tal como a “migração maciça e descontrolada”.
Nesse contexto, ele pediu que cada parceiro da região “faça mais e invista mais também em sua própria segurança”. “Nós, assim como vocês, queremos um hemisfério de nações soberanas, seguras e prósperas. Nós, assim como vocês, queremos o que outro grande presidente americano, Teddy Roosevelt, chamou de paz permanente neste hemisfério, e isso exigirá ação de todos nós”, afirmou.
Assim, defendeu a mão dura contra os cartéis, insistindo que “sem a força das armas e sem os exércitos” não é possível “manter o país seguro”. “Essa é a minha responsabilidade e também a sua”, indicou, ressaltando que, com Donald Trump na Casa Branca, essa será a rota a seguir nesta matéria no continente americano.
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