Publicado 21/02/2026 11:04

Pelo terceiro dia consecutivo, continuam os registros na residência do ex-príncipe Andrés em Windsor.

20 de fevereiro de 2026, Reino Unido, Sandringham: Policiais na propriedade Sandringham, em Norfolk, para onde Andrew Mounbatten-Windsor se mudou após deixar o Royal Lodge, em Windsor. Andrew Mountbatten-Windsor foi preso na quinta-feira por
Jordan Pettitt/PA Wire/dpa

MADRID 21 fev. (EUROPA PRESS) - A polícia britânica continuou neste sábado com as buscas no Royal Lodge de Windsor, antiga residência do agora ex-príncipe Andrés Mountbatten-Windsor, iniciadas na quinta-feira passada, quando ele foi detido por sua relação com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.

A Polícia do Vale do Tamisa informou que as buscas no Royal Lodge continuarão pelo menos até segunda-feira, enquanto continua o vaivém de veículos policiais na entrada da propriedade, localizada a poucos quilômetros do Castelo de Windsor, a oeste de Londres.

A detenção de Andrés, irmão do rei Carlos III, e seu interrogatório durante onze horas desencadeou um debate público sobre sua possível saída da linha de sucessão. Nesse sentido, neste sábado, o Palácio de Buckingham enfatizou que “nunca se intrometeria” em uma decisão que, lembrou, cabe “exclusivamente ao Parlamento”, segundo fontes do jornal The Times. Por outro lado, uma pesquisa realizada na sexta-feira pela YouGov mostra que 82% da população britânica apoia a retirada de Andrés da linha de sucessão. Apenas 6% são contra e 12% não sabem ou não respondem. Nas últimas horas, soube-se também que a prefeita de Selwyn, em Ontário, Canadá, Sherry Senis, iniciou os trâmites para retirar o nome da ilha do Príncipe Andrés, no rio Otonabee, informa a imprensa canadense.

Retirar Andrés — oitavo na linha de sucessão depois dos príncipes William e Harry e seus filhos —, além da legislação, exigiria realizar consultas e fechar acordos com outros territórios da Comunidade Britânica que respeitam a monarquia britânica. O ex-príncipe foi liberado na quinta-feira após passar mais de onze horas detido na delegacia da cidade de Aylsham. As forças de segurança realizaram nesta sexta-feira uma busca no Royal Lodge, antiga residência do ex-duque de York. Na véspera, também revistaram uma casa de campo no condado de Norfolk. Ambas pertencem à família real britânica. As investigações giram em torno de uma suposta “conduta imprópria no exercício de cargo público” por ter supostamente entregue a Epstein informações confidenciais do governo quando trabalhava como enviado especial para o comércio. As investigações também incluem seu suposto envolvimento em um caso de tráfico de pessoas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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