Publicado 04/02/2026 15:35

Pelo menos sete mortos em uma operação do Exército colombiano contra posições do ELN em Catatumbo

Archivo - Arquivo - Membro da guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia em uma imagem de arquivo
BRASIL DE FATO / FLICKR - Arquivo

MADRID 4 fev. (EUROPA PRESS) - As Forças Armadas da Colômbia lançaram uma operação na madrugada desta quarta-feira contra posições da guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) e da Frente 33 das dissidências das FARC na região de Catatumbo, que resultou na morte de sete supostos membros do primeiro grupo armado.

A operação incluiu bombardeios e manobras terrestres sobre várias das posições que a guerrilha possui nesta região, na fronteira com a Venezuela e palco de uma acirrada disputa territorial com a Frente 33 das dissidências das FARC, que provocou no último ano uma grave crise humanitária.

Pelo menos sete membros do ELN foram mortos e outro foi capturado durante as operações realizadas nos municípios de El Tarra e Tibú, em Norte de Santander, segundo informaram as Forças Armadas nas redes sociais. O Exército informou que também conseguiu apreender “abundante material de guerra”, entre armas de grande calibre, projéteis, drones e diversos explosivos. “Essas operações militares têm como objetivo salvaguardar a vida e o bem-estar das populações afetadas”, destacou. O comandante geral das Forças Armadas, general Hugo López Barreto, ressaltou que continuarão com esse tipo de ofensiva em Catatumbo, onde o ELN e a Frente 33 “ameaçam a população civil” com suas disputas.

Esta é a primeira operação desse tipo contra o ELN e a Frente 33 em Catatumbo, além disso, poucas horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receber seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, em Washington.

Segundo alguns meios de comunicação, o presidente colombiano comprometeu-se com Trump a “neutralizar” o mais rapidamente possível alguns dos principais chefes destes grupos armados, entre eles Gustavo Aníbal Giraldo, alias “Pablito”, do ELN, ou Néstor Vera Fernández, alias “Iván Mordisco”, das dissidências das FARC.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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