Europa Press/Contacto/Ankhar Kochneva
MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) -
Uma nova onda de ataques israelenses contra várias localidades no sul do Líbano na noite desta segunda-feira deixou duas vítimas fatais, entre elas um profissional de saúde, e dezenas de feridos, no âmbito da última ofensiva de Israel oficialmente dirigida contra posições do partido-milícia xiita libanês Hezbollah, que já resultou em cerca de 900 mortos e mais de um milhão de deslocados.
O ataque com o maior número de vítimas ocorreu no município de Maraka, localizado na região de Tiro, no sudoeste do país, onde pelo menos uma pessoa morreu e outras 16 ficaram feridas, segundo informou o centro de operações de emergência sanitária do Ministério da Saúde Pública em comunicados divulgados pela agência libanesa NNA.
O mesmo órgão de saúde estimou em sete o número de feridos em outro ataque israelense contra a localidade de Chaqra, na província de Bint Jbeil, no sudeste.
No entanto, esses não foram os únicos ataques na noite de segunda-feira, e a própria agência NNA informou que um profissional de saúde morreu e outro ficou ferido em uma operação dirigida contra a Autoridade Islâmica de Saúde, instituição ligada ao Hezbollah. Ao mesmo tempo, o mesmo meio de comunicação também apontou outro bombardeio na região de Tiro, especificamente em Sarifa, onde teriam sido registrados quatro feridos.
Dessa forma, continuam aumentando as vítimas do Exército israelense no Líbano, cujo Ministério da Saúde, em seu último balanço, elevou para 886 o número de mortos e para 2.141 o de feridos desde o início desta última ofensiva, em 2 de março passado. Além disso, há mais de um milhão de deslocados em consequência dos bombardeios e dos avanços territoriais israelenses, que iniciaram operações terrestres apesar dos apelos de organismos internacionais e ONGs.
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