Publicado 01/03/2025 23:34

Pelo menos dois mortos e 60 feridos em chuvas torrenciais em Piñas, Equador.

Enchentes no cantão equatoriano de Portoviejo.
MINISTERO DE DESARROLLO URBANO Y VIVIENDA

MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) -

Chuvas torrenciais no cantão equatoriano de Piñas, na província de El Oro, deixaram pelo menos duas pessoas mortas e cerca de 60 feridas, informou a Secretaria Nacional de Gestão de Riscos em um comunicado.

Os dois mortos são um menor e um adulto, de acordo com as autoridades equatorianas, que também disseram que cerca de 400 pessoas de 60 famílias foram afetadas e foram alojadas temporariamente em abrigos montados no Coliseu José Gallardo Moscoso e em San Vicente de Paúl.

Dada a escala da emergência, que afetou 80% do serviço de eletricidade da região, o Risk Management ativou um grupo de trabalho técnico para oferecer assistência humanitária e "coordenar ações imediatas" para atender às pessoas afetadas.

Da mesma forma, membros do Ministério de Desenvolvimento Urbano e Habitação foram enviados para as áreas afetadas e estão "trabalhando em conjunto com as autoridades e equipes técnicas" para avaliar os danos e coordenar "assistência técnica, consultoria e soluções oportunas para a recuperação da infraestrutura afetada".

O presidente do país, Daniel Noboa, lamentou a situação desastrosa e ordenou o envio de equipes de resgate das forças armadas, da polícia e dos bombeiros.

"Este inverno não dá trégua. Depois de uma grande seca, agora estamos enfrentando fortes chuvas, e todos os níveis de governo devem estar à altura da tarefa com um planejamento eficaz", disse o presidente em uma publicação em sua conta na rede social X, na qual acrescentou que o Executivo permanecerá "em alerta e agindo rapidamente para proteger" os equatorianos.

Por sua vez, o ministro da Saúde, Édgar Lama, foi pessoalmente à cidade de Piñas para "visitar abrigos, áreas afetadas e diferentes pontos para garantir o atendimento às vítimas".

Lama explicou por meio da mesma plataforma que o Ministério continuará na área para "garantir que os serviços de saúde cheguem a todos os cidadãos" e pediu à população que não se deixe enganar por "imprecisões e desinformações".

"O Ministério da Saúde tem 24 unidades móveis operando em diferentes cidades do Equador. Diante da onda de desinformação, que está prejudicando o país, devemos sempre tentar consultar os canais oficiais", acrescentou.

As fortes chuvas registradas nos últimos dias provocaram uma situação crítica em várias regiões do Equador, onde até 19 rios transbordaram suas margens e outros 26 foram sinalizados pela tendência de aumentar seu fluxo, de acordo com o último relatório publicado no sábado pela Diretoria de Monitoramento de Eventos Adversos da Secretaria Nacional de Gestão de Riscos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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