Publicado 15/03/2026 17:04

Pelo menos 500 pessoas foram detidas no Irã por espionagem e colaboração com meios de comunicação "anti-iranianos"

4 de março de 2026, Teerã, Irã: Um soldado do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) está em frente a um dos edifícios da sede da polícia que foi alvo dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã, causando a destruição do edifício e danos às estruturas
Europa Press/Contacto/Sobhan Farajvan

MADRID 15 mar. (EUROPA PRESS) - O comandante da Força Disciplinar (Polícia) do Irã, Sardar Radan, informou neste domingo sobre a prisão de 500 pessoas por espionagem e colaboração com meios de comunicação “anti-iranianos”.

Esses “espiões” estariam enviando informações “ao inimigo” e a meios considerados contrários, afirmou Radan, segundo a agência de notícias iraniana Tasnim. Metade deles, cerca de 250, eram indivíduos importantes que forneceram informações sobre alvos para bombardeios, mantinham contato com gangues e tinham como objetivo “afetar a ordem pública”.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram, no último dia 28 de fevereiro, uma campanha de bombardeios contra o Irã com o objetivo declarado de forçar uma mudança de governo em Teerã. Desde então, mais de 3.000 pessoas morreram apenas em solo iraniano, segundo ONGs.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado