Publicado 28/03/2026 17:43

Pelo menos 18 pessoas foram detidas em manifestações contra a guerra em Israel

19 de março de 2026, Tel Aviv, Israel: Manifestantes protestam contra o governo e a guerra em curso em Tel Aviv. Os manifestantes vestem macacões laranja e máscaras representando ministros do governo, como símbolo das supostas violações da lei e da respon
Europa Press/Contacto/Paulina Patimer

MADRID 28 mar. (EUROPA PRESS) -

Pelo menos 18 pessoas foram detidas em manifestações realizadas neste sábado em Israel contra a guerra com o Irã, segundo informou a polícia, que dispersou esses protestos.

A maioria das detenções ocorreu em Tel Aviv, onde treze pessoas foram presas, enquanto as cinco restantes foram detidas em Haifa. Também houve manifestações em Jerusalém e Beersheba, informa o jornal “The Times of Israel”.

Trata-se da primeira convocação de manifestações contra a guerra contra o Irã desde o início dos bombardeios, em 28 de fevereiro passado, na qual a oposição política participa de forma mais ampla, já que até agora os protestos haviam sido convocados por ativistas de esquerda.

Em Haifa, cerca de cem pessoas se reuniram com bandeiras israelenses e gritos contra a guerra. “Milhões de crianças crescem em abrigos”, denunciava uma das faixas. A polícia declarou ilegal a manifestação quando os participantes tentaram bloquear o tráfego em uma rua.

Também houve manifestação em Tel Aviv, na praça Habima, apesar de ter sido declarada ilegal pela legislação de estado de guerra que limita as manifestações ao ar livre a 50 pessoas.

“Após uma avaliação com um representante do Comando da Frente Interna, concluiu-se que havia um risco real para a vida humana e, consequentemente, a polícia ordenou a dispersão”, explicou a polícia.

Um dos detidos seria Ayman Odeh, deputado árabe-israelense, que teria sido alvo de uma intervenção policial, apesar de gozar de imunidade parlamentar.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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