Europa Press/Contacto/Moiz Salhi
MADRID 25 mar. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos 14 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na madrugada desta terça-feira em novos bombardeios realizados pelo exército israelense contra o sul e o centro da Faixa de Gaza, elevando para mais de 730 o número de pessoas mortas no enclave desde que Israel retomou sua ofensiva na semana passada, um número que ultrapassa 50.000 desde 7 de outubro de 2023.
O jornal "Filastin", ligado ao Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), informou que desde o início da manhã de terça-feira, 25 de março, a área mais afetada até agora foi Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, onde pelo menos onze pessoas morreram.
Assim, seis das mortes ocorreram perto de Hamad, duas delas em uma casa no bairro de Qizan al-Najjar e três em Mawasi, embora o bombardeio israelense tenha deixado feridos nesses três locais ao redor de Khan Younis.
Na região central de Gaza, as Forças de Defesa de Israel (IDF) - que até o momento não comentaram esses eventos - mataram três pessoas e feriram várias outras no campo de refugiados de al-Bureij, enquanto em Deir al-Bala'a também causaram mortes e ferimentos, embora "Philastine" não tenha fornecido um número específico de mortos.
As autoridades de Gaza elevaram o número de palestinos mortos pelos ataques do exército israelense à Faixa de Gaza desde a retomada da ofensiva para 730 na segunda-feira, enquanto o número de palestinos mortos desde o início dos ataques está agora próximo de 50.100, incluindo mais de 15.600 crianças.
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