Publicado 31/03/2025 20:01

Pelo menos 12 presos em marchas em Jerusalém para forçar um acordo de reféns com o Hamas

23 de março de 2025, Israel, Jerusalém: As pessoas saem da residência do primeiro-ministro israelense e marcham até seu gabinete em Jerusalém, para protestar contra a demissão do chefe do Shin Bet, Ronen Bar, por Benjamin Netanyahu, e a tentativa de demis
Nir Alon/ZUMA Press Wire/dpa

MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -

Pelo menos doze pessoas foram presas durante protestos em Jerusalém na segunda-feira, pedindo ao governo israelense que assine um acordo com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) para a libertação dos 59 reféns ainda sob custódia do grupo palestino na Faixa de Gaza.

De acordo com relatos do 'The Times of Israel', as forças de segurança israelenses prenderam doze manifestantes em manifestações que contaram com a participação de aproximadamente 2.000 pessoas, tendo como pano de fundo o escândalo do 'Qatargate'.

No início da segunda-feira, dois assessores do chefe do executivo foram presos por supostamente fornecerem informações favoráveis ao Catar a vários meios de comunicação israelenses, enquanto Netanyahu testemunhou perante a polícia como parte das investigações a pedido do Ministério Público.

Horas antes, a nomeação do ex-comandante da Marinha israelense, vice-almirante Eli Sharvit, como o novo chefe do Shin Bet, substituindo Ronen Bar, que foi demitido depois que a agência de inteligência revelou em uma investigação em 7 de outubro de 2023 um suposto esquema de corrupção entre o governo israelense, o Catar e o financiamento do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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