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MADRID 12 abr. (EUROPA PRESS) -
O posto-fronteira de Rafá, que liga a Faixa de Gaza ao Egito, foi reaberto neste domingo para permitir o transporte de pacientes palestinos, após dias de fechamento devido à morte de um contratado da Organização Mundial da Saúde (OMS) durante ataques israelenses ao enclave palestino.
A OMS nunca chegou a acusar Israel pela morte do contratado, mas o anúncio de seu falecimento na segunda-feira ocorreu após um bombardeio israelense contra o centro da Faixa de Gaza durante um ataque de milicianos apoiados pelo Exército de Israel, que deixou cerca de dez mortos.
Enquanto se aguarda a conclusão da investigação pertinente, a agência de saúde da ONU limitou-se a descrever o ocorrido como um “incidente de segurança”.
Neste domingo, segundo informa o Crescente Vermelho Palestino, a passagem foi reaberta para que 69 palestinos, incluindo 27 pacientes e 49 acompanhantes, possam receber tratamento médico fora da Faixa.
“Os pacientes e seus acompanhantes foram transportados em ambulâncias pertencentes ao Crescente Vermelho Palestino, do Hospital de Reabilitação Médica da Sociedade em Jan Yunis até o cruzamento de Rafá, como preparação para sua viagem para receber tratamento no exterior”, segundo o comunicado divulgado pela agência palestina Sanad.
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