Jesús Hellín - Europa Press - Arquivo
MADRID 10 abr. (EUROPA PRESS) -
O partido Más Madrid exigiu nesta sexta-feira ao Ministério do Interior, liderado por Fernando Grande-Marlaska, que revogue as multas de até 60.000 euros aplicadas pelos protestos contra o “genocídio em Gaza” durante a última etapa da Volta Ciclística à Espanha, em Madrid.
A formação regionalista, conforme informado em um comunicado, apresentou uma série de perguntas no Congresso dos Deputados dirigidas aos Ministérios do Interior, Educação, Profissional e Esportes sobre essas sanções.
Entre as perguntas da iniciativa estão se há previsão de revisar e revogar as sanções, como se justifica a “imposição de multas” de até 60.000 euros, as medidas a serem adotadas diante da proposta de sanção da Comissão Estatal contra a Violência, o Racismo, a Xenofobia e a Intolerância no Esporte; e quais medidas o Ministério da Educação prevê adotar para que não ocorra uma violação do livre exercício do direito fundamental de manifestação.
No documento, é mencionada a proposta da Comissão Estatal contra a Violência, o Racismo, a Xenofobia e a Intolerância no Esporte de sancionar 38 cidadãos com multas que poderiam oscilar, segundo o Mais Madrid, entre 3.000 e 60.000 euros.
A bancada considera que essas sanções poderiam constituir uma violação dos direitos fundamentais consagrados na Constituição Espanhola, como a liberdade de expressão e o direito de reunião. Por isso, insta o Ministério do Interior a justificar a proporcionalidade das multas e a adotar medidas que garantam o respeito ao exercício desses direitos.
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