Publicado 02/07/2026 07:40

O partido Más Madrid analisará “todas as vias” para contestar a lei do feto, por não respeitar a “separação de poderes”

Crítica ao PP de Madri, que se considera “acima da Constituição”, mas que “a manipula quando lhe convém”

A porta-voz do Más Madrid na Assembleia, Manuela Bergerot (à esquerda), durante uma sessão plenária extraordinária na Assembleia de Madri, em 2 de julho de 2026, em Madri (Espanha). A Assembleia de Madri aprova hoje, finalmente, a lei que reconhece o feto
Gabriel Luengas - Europa Press

MADRI, 2 jul. (EUROPA PRESS) -

A porta-voz do Más Madrid na Assembleia, Manuela Bergerot, afirmou nesta quinta-feira que seu partido analisará “todas as vias” para contestar a lei do feto, aprovada nesta mesma manhã na sessão plenária da Assembleia, por não respeitar a “separação de poderes”.

Ela transmitiu isso em declarações aos jornalistas nos corredores da Assembleia regional, depois que seu partido solicitou um recesso na sessão plenária durante a votação de uma emenda do PP que consideram “inconstitucional” e que permite alterar essa lei por decreto.

Bergerot afirmou que pensava que o próprio PP iria retirar a lei devido a essa “advertência de inconstitucionalidade”. “Ficamos surpresos por eles não a terem retirado”, destacou, acrescentando que agora analisarão todas as vias possíveis para denunciar o que consideram ser uma “deriva autoritária” da presidente de Madri, Isabel Díaz Ayuso.

Ele considera que, com isso, o governo de Ayuso “tirou a máscara” e demonstrou que se considera “acima da Constituição”, a qual “manipulam quando lhes convém”, razão pela qual estudarão a possibilidade de levar essa questão ao Tribunal Constitucional.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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