BARCELONA 13 abr. (EUROPA PRESS) -
O porta-voz do Junts, Josep Rius, exigiu nesta segunda-feira que o ministro da Cultura, Ernest Urtasun, se posicione contra a transferência das pinturas murais de Sijena “com a mesma firmeza com que o fez em relação ao Guernica de Picasso”.
“Se continuar defendendo a transferência, a única coisa que ficará demonstrada é que há um duplo padrão em relação à transferência da obra. Se estiverem em Madri, não se mexem nelas; se estiverem em Barcelona, pode-se mexer nelas. Tudo se baseia apenas em critérios políticos”, lamentou em entrevista coletiva.
Tudo isso depois de qualificar de “barbárie” o fato de a juíza da 2ª Vara da Seção Civil e de Instrução do Tribunal de Primeira Instância de Huesca, Rocío Pilar Vargas, ter determinado que as pinturas devem ser entregues a Aragão e reintegradas ao seu local original no prazo de 56 semanas.
Ele também constatou que técnicos do Museu Nacional de Arte da Catalunha (MNAC) e especialistas internacionais se posicionaram contra tal transferência.
Sobre o fato de o Congresso debater na terça-feira a iniciativa do Junts de proibir o burca e o niqab, que também pede a cessão de competências em matéria de segurança à Catalunha, Rius evitou prever a posição que o PSOE adotará.
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