Europa Press/Contacto/Andrew Thomas
Lembre-se de que mesmo um ataque preventivo é um ato de guerra e questione a eficácia dos bombardeios do ano passado MADRID 28 fev. (EUROPA PRESS) -
O Partido Democrata dos EUA voltou a condenar, como já fez no ano passado, que o novo ataque combinado dos EUA e Israel lançado neste sábado contra o Irã é um ato de guerra que não contou com a aprovação indispensável do Congresso.
“Se não houver ‘circunstâncias de força maior’, o governo Trump deve solicitar autorização, pois mesmo um ataque preventivo constitui um ato de guerra”, afirmou o líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries.
Embora “o Irã seja um ator prejudicial e deva ser confrontado com firmeza por suas violações dos direitos humanos”, a decisão do presidente “de abandonar a diplomacia e lançar um ataque militar maciço deixou as tropas americanas vulneráveis às represálias do Irã”.
Jeffries aproveitou para relembrar e questionar abertamente a eficácia do primeiro ataque do verão passado contra o Irã. “Se o programa nuclear iraniano foi ‘completa e totalmente destruído’ pelos ataques militares de junho de 2025, como Donald Trump proclamou com audácia, não deveria haver necessidade de atacá-los agora”, acrescentou.
“O governo Trump deve se explicar imediatamente ao povo americano e ao Congresso, oferecer uma justificativa sólida para este ato de guerra, definir claramente o objetivo de segurança nacional e articular um plano para evitar outro impasse militar caro e prolongado no Oriente Médio”, conclui Jeffries.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático