Europa Press/Contacto/Xie Huanchi
MADRID 17 out. (EUROPA PRESS) -
O Partido Comunista da China expulsou nesta sexta-feira nove oficiais superiores do exército, incluindo o vice-diretor da Comissão Militar Central (CMC), He Weidong, por supostos atos de corrupção, uma medida disciplinar que faz parte dos expurgos promovidos desde 2023 pelo presidente, Xi Jinping.
O porta-voz do Ministério da Defesa, Zhang Xiaogang, disse em um comunicado que a medida também afeta o ex-chefe do Departamento de Trabalho Político da CMC, Miao Hua, o ex-vice-presidente do departamento, He Hongjun, e o ex-vice-presidente do comando de operações conjuntas da CMC, entre outros.
Essas medidas foram tomadas depois que a CMC aprovou a condução de uma série de investigações contra alguns de seus membros e ex-membros pela Comissão de Disciplina e Inspeção, um órgão interno.
Essa investigação encontrou indícios de que esses nove altos funcionários haviam cometido várias violações das regras do partido e eram suspeitos de vários crimes, alguns de "natureza grave e com grande impacto" na sociedade chinesa.
O porta-voz disse que as forças armadas estão agora "mais limpas, mais consolidadas, mais coesas e com maior capacidade de combate" após essas expulsões. "Isso mostra a grande determinação da CMC em levar essa campanha anticorrupção até o fim", disse ele.
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