Publicado 16/08/2026 04:39

O Parque Natural Cabo de Gata-Níjar já ultrapassou o número de denúncias registradas em todo o ano de 2025 relacionadas ao turismo a

Archivo - Arquivo - Praia de Agua Amarga, no Parque Natural de Cabo de Gata-Níjar (Almería).
AYUNTAMIENTO DE NÍJAR - Arquivo

ALMERÍA 16 ago. (EUROPA PRESS) -

O Parque Natural Cabo de Gata-Níjar (Almería) registrou sete denúncias até o momento em 2026 por atividades de turismo ativo sem autorização, um número que supera as seis registradas durante todo o ano passado, conforme informaram à Europa Press fontes da Delegação Territorial de Sustentabilidade e Meio Ambiente.

A Junta da Andaluzia tratou, neste verão, em conjunto com as Forças de Segurança e outras administrações com competências na área protegida, das informações sobre as empresas autorizadas a realizar atividades de turismo ativo e dos aspectos técnicos relativos a infrações relacionadas a atividades marítimas, além de prever jornadas conjuntas de fiscalização ao longo da temporada.

Participam dessa coordenação, entre outros, os Agentes Ambientais do Governo da Andaluzia, a Guarda Civil por meio do Seprona e do Serviço Marítimo, a Capitania Marítima, o Serviço Provincial de Costas, a Unidade de Polícia Adscrita à Comunidade Autônoma e as polícias locais.

O dispositivo dá continuidade ao implantado em 2025, quando os Agentes Ambientais mantiveram um serviço extraordinário de controle e fiscalização durante o verão no horário noturno, com atenção especial aos acampamentos e estacionamentos em locais não autorizados, bem como com dispositivos de vigilância do litoral em conjunto com a Polícia Adscrita, a Guarda Civil e agentes do Ministério da Transição Ecológica.

22 EMPRESAS AUTORIZADAS PARA PASSEIOS DE BARCO E 14 PARA CAIAQUE

Quanto às atividades autorizadas, a Delegação Territorial de Sustentabilidade e Meio Ambiente estimou em 22 o número de empresas que, neste verão, contam com permissão para realizar passeios de barco em Cabo de Gata-Níjar, enquanto outras 14 dispõem de autorização para realizar passeios guiados de caiaque.

O número de empresas autorizadas para passeios de barco aumentou em relação ao verão de 2025, quando foram registradas 19, três a menos do que atualmente, o que representa um aumento de 15,8%. No caso do caiaque, o número permanece inalterado.

A regulamentação também abrange as atividades recreativas realizadas fora do âmbito das empresas de turismo ativo. Entre 20 de junho e 27 de setembro, o Governo Regional permite a formação de grupos de até cinco canoas, caiaques ou embarcações flutuantes similares sem motor, sem a necessidade de autorização expressa na faixa litorânea do Parque Natural.

Os grupos recreativos sem fins lucrativos que excedam esse número precisam de autorização da Administração regional, que deve estabelecer as condições necessárias para preservar os ecossistemas litorâneos e compatibilizar a atividade com outros usos da área protegida.

A Junta associou essa medida ao aumento dos grupos de caiaques e canoas nos últimos anos e às concentrações em determinados pontos do litoral “especialmente sensíveis” devido aos seus valores naturais.

O Parque Natural enfrenta, além disso, seu primeiro verão completo com a proibição permanente das motos aquáticas em toda a sua faixa marítima-litoral protegida, que ocupa cerca de 12.000 hectares e se estende por uma milha náutica a partir da costa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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