Publicado 20/02/2026 15:57

O Parlamento venezuelano cria uma comissão para acompanhar a lei de anistia para presos políticos

14 de fevereiro de 2026, Caracas, Venezuela: As dez mulheres iniciaram sua greve de fome no sábado, em frente à sede da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), conhecida como Zona 7, na capital venezuelana, a fim de pressionar pela libertação de seus familiar
Europa Press/Contacto/Jimmy Villalta

MADRID 20 fev. (EUROPA PRESS) - A Assembleia Nacional da Venezuela criou nesta sexta-feira uma comissão de acompanhamento para garantir o cumprimento da recém-aprovada lei de anistia para presos políticos, já assinada pela presidente interina do país latino-americano, Delcy Rodríguez.

O presidente da comissão de consultas sobre a lei, o deputado Jorge Arreaza, confirmou que o mecanismo de acompanhamento trabalhará “por áreas específicas” e “de forma pedagógica” para que a população possa entender o processo em sua totalidade, de acordo com um comunicado divulgado pela Assembleia Nacional venezuelana.

A lei determina que os beneficiários da anistia devem se apresentar às autoridades, embora estabeleça que aqueles que se exilaram podem ser representados por um advogado ou advogada de sua “confiança e escolha” enquanto seu pedido é processado. Além disso, impede sua detenção durante o tempo em que o processo estiver em andamento. A iniciativa foi anunciada no final de janeiro pelo que era o “número dois” do presidente Nicolás Maduro, que permanece em uma prisão em Nova York desde que foi capturado pelos Estados Unidos em um ataque a Caracas e seus arredores no início de 2026.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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