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MADRID 13 mar. (EUROPA PRESS) -
O Parlamento de Taiwan aprovou nesta sexta-feira a moção que autoriza o governo a adquirir quatro lotes de armas no valor de cerca de 9 bilhões de euros, atendendo assim a uma das principais aspirações do presidente da ilha, Lai Ching Te, apesar das reticências iniciais do partido da oposição, o Kuomintang, que detém a maioria na Câmara.
Por fim, o prazo obrigou à aprovação da moção tal como estava concebida, em vez das propostas mais baratas apresentadas tanto pelo Kuomintang quanto pelo Partido Popular de Taiwan, também da oposição, porque o prazo para os quatro lotes de armamento estava prestes a expirar neste próximo domingo e teria sido necessário reiniciar todo o procedimento do zero com os Estados Unidos, com o consequente atraso em meio às tensões militares com a China. O armamento inclui mísseis antitanque, obuses autopropulsados M109A7, mísseis Javelin e sistemas de foguetes de artilharia de alta mobilidade (HIMARS). Em declarações ao Taipei Times, um porta-voz do TTP, sob condição de anonimato, admitiu que “o interesse nacional tinha de prevalecer sobre o partido”.
Embora esses quatro pacotes representem praticamente a totalidade da ajuda militar acordada em dezembro do ano passado com Washington, que totaliza cerca de 11 bilhões de euros, o presidente continua enfrentando um grande obstáculo: a aprovação parlamentar de um total de cerca de 40 bilhões de euros em ajuda militar adicional, uma iniciativa que o Kuomintang prometeu combater com unhas e dentes.
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