Europa Press/Contacto/Sadak Souici
MADRID 4 jun. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro francês, François Bayrou, aprovou na quarta-feira sua sétima moção de censura desde que assumiu o cargo em dezembro do ano passado, depois que a Assembleia Nacional, como esperado, não aprovou a última moção apresentada pelo La France Insoumise (LFI).
Como era de se esperar, a moção de desconfiança, que finalmente ficou com 116 votos contra os 289 necessários, não foi apoiada pelo Rally Nacional, de extrema direita, nem pelo Partido Socialista, exceto por um deputado, informa o canal BFMTV.
Dessa vez, a moção de censura foi motivada pela rejeição de uma série de emendas apresentadas pela LFI e por ambientalistas a uma lei polêmica sobre agricultura que visa, entre outras coisas, trazer de volta certos pesticidas proibidos e facilitar a criação intensiva de gado.
A LFI denuncia que o governo, juntamente com a Agrupación Nacional, em uma tentativa de evitar as emendas apresentadas à lei, decidiu rejeitar o texto e enviá-lo diretamente à comissão sem debate ou votação na Assembleia, uma manobra usada pela segunda vez para contornar o controle parlamentar.
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