MADRID 22 jan. (EUROPA PRESS) - O Parlamento Europeu pediu respeito pelos resultados eleitorais em Honduras, reconhecendo Nasry Asfura como presidente eleito do país, em meio a tensões por denúncias de fraude eleitoral e quando a presidente, Xiomara Castro, pede uma nova contagem de “todos os votos”.
Em uma resolução, os eurodeputados reconhecem Asfura como presidente eleito e exigem o fim das hostilidades contra a oposição e o Conselho Nacional Eleitoral, exigindo que as autoridades hondurenhas “respeitem a vontade do seu povo”.
O Parlamento Europeu rejeita a recontagem decretada pelo governo cessante de Castro e critica a manobra “inconstitucional” que representa “um ataque à democracia hondurenha”.
Da mesma forma, denunciam o clima de violência e intimidação contra a oposição e os funcionários do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), em meio à polêmica sobre as paralisações na recontagem e a proclamação dos resultados que deram a vitória por uma pequena margem a Asfura, candidato apoiado publicamente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Os parlamentares instam todas as partes a evitar “a retórica incendiária e a violência política”, apelando à preservação da estabilidade e à resposta aos problemas que o povo hondurenho enfrenta.
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