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MADRID 25 fev. (EUROPA PRESS) -
O Parlamento ucraniano adotou uma declaração na terça-feira em defesa das salvaguardas democráticas, insistindo que não pode haver eleições em tempo de guerra e reafirmando o presidente Volodomir Zelenski como um líder legítimo, depois que a Rússia e os Estados Unidos o questionaram publicamente.
O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou ao ponto de rotular Zelenski de "ditador" na semana passada, lembrando que a Ucrânia não realiza eleições desde 2019. No entanto, a Verkhovna Rada enfatizou que esse atraso é justificado, em um texto intitulado "Declaração de apoio à democracia na Ucrânia em face da agressão da Federação Russa".
O texto foi aprovado por 268 deputados, de acordo com o legislador Yaroslav Zhelezniak, e culpa a Rússia pela incapacidade do povo ucraniano de renovar suas instituições. Nesse sentido, ele lembra que a lei marcial torna impossível a realização de uma eleição com garantias suficientes.
No entanto, o parlamento está confiante de que as eleições serão realizadas quando a paz for assinada. Até lá, os parlamentares ressaltam que cabe a Zelenski continuar governando o país.
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