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MADRID 8 out. (EUROPA PRESS) -
O Parlamento ucraniano aprovou nesta quarta-feira por ampla margem uma proposta para estender os mandatos das autoridades locais enquanto perdurar a atual lei marcial, ou seja, até o fim da guerra que começou com a invasão russa em fevereiro de 2022.
A Verkhovna Rada, composta por um total de 450 deputados, deu luz verde à medida com 308 votos a favor, de acordo com a agência Ukrinform, adiando formalmente as eleições locais que teoricamente deveriam ter sido realizadas em outubro deste ano, cinco anos após as anteriores.
O presidente Volodimir Zelensky também citou a lei marcial e a impossibilidade de realizar eleições nacionais para justificar a prorrogação sine die de seu mandato. Entre os que permanecerão no cargo está o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko.
O governo russo usou o cancelamento das eleições parlamentares de outubro de 2023 e das eleições presidenciais de março de 2024 para questionar a legitimidade das principais instituições da Ucrânia, um argumento do qual Kiev e seus principais parceiros ocidentais se distanciaram.
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