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MADRID 6 out. (EUROPA PRESS) -
As famílias dos reféns mantidos na Faixa de Gaza desde os ataques de 7 de outubro de 2023 pediram nesta segunda-feira a concessão do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prêmio cujo vencedor será anunciado nesta sexta-feira pelo Comitê Norueguês.
O Fórum de Parentes de Reféns e Desaparecidos, que representa a maioria dos parentes israelenses, disse em um comunicado que havia enviado uma carta ao comitê solicitando que o magnata nova-iorquino fosse o vencedor deste ano por causa dos "esforços empreendidos para garantir a libertação dos reféns".
"Neste exato momento, o plano de Trump para garantir a libertação dos reféns restantes e acabar com essa terrível guerra está na mesa. Pela primeira vez em meses, temos esperança de que esse pesadelo finalmente termine. Estamos confiantes de que ele não descansará até que o último refém tenha voltado para casa, a guerra tenha terminado e a paz e a prosperidade tenham sido restauradas no Oriente Médio", disseram.
Eles também argumentaram que "desde o momento em que Trump chegou à Casa Branca, houve um vislumbre de luz em meio a tanta escuridão". "No último ano, nenhum líder ou organização contribuiu mais para a paz em todo o mundo do que o Presidente Trump. Embora muitos tenham falado sobre a paz, ele a alcançou", observaram.
Por esse motivo, eles pediram que ele fosse "premiado" com o Prêmio Nobel, já que "ele não descansará ou parará até que todos os reféns voltem para casa", afirma a carta, de acordo com informações do Times of Israel.
Desde 2018, o nome de Trump surgiu várias vezes como um possível candidato ao prêmio, um prêmio que o próprio presidente dos EUA diz merecer por seu trabalho. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também acredita que ele deveria ser o vencedor e ressaltou a importância do papel de Washington para acabar com a guerra de verão entre Israel e Irã.
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