ROUZBEH FOULADI / ZUMA PRESS / CONTACTOPHOTO
MADRID 27 jun. (EUROPA PRESS) -
Os parentes de Cecile Kohler e Jacques Paris, dois cidadãos franceses detidos desde 2022 no Irã, denunciaram nesta sexta-feira seu "desaparecimento forçado" na ausência de informações sobre sua condição após os ataques perpetrados pelas forças israelenses contra a prisão de Ervien, localizada em Teerã, a capital.
"Não sabemos absolutamente nada sobre eles, não sabemos se ainda estão vivos ou onde estão", lamentou a irmã de Cecile, Noemie Kohler, durante uma coletiva de imprensa na qual exigiu "provas de que ainda estão vivos".
Ela foi acompanhada por Anne-Laure Paris, filha de Jacques, que disse "temer" por sua vida. Enquanto isso, a equipe jurídica da família lembrou que eles são "reféns do Estado iraniano que foram detidos de forma cruel, desumana e arbitrária". "Eles estão desaparecidos", disse ele, antes de afirmar que, para fins legais, isso constitui um "desaparecimento forçado".
"Eles podem ter sido transferidos para outra prisão ou podem estar sob os escombros", disse ele, antes de levantar a possibilidade de terem sido enviados para "instalações clandestinas".
Em meados de maio, o governo francês entrou com uma queixa contra o Irã na Corte Internacional de Justiça (CIJ) sobre o caso dos dois homens. Kohler, 40 anos, é uma professora de literatura do leste da França. Tanto ela quanto seu marido, Paris, 71 anos, foram acusados por Teerã de fazer parte da inteligência francesa.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático