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MADRID, 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, pediu nesta terça-feira ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prorrogue por mais duas semanas o ultimato dado às autoridades do Irã, poucas horas antes de seu vencimento e em um dia em que intensificou suas ameaças caso Teerã não aceite suas exigências.
“Para que a diplomacia siga seu curso, solicito veementemente ao presidente Trump que prorrogue o prazo por mais duas semanas”, declarou nas redes sociais, onde garantiu que os esforços diplomáticos para impedir a guerra “avançam de forma constante, firme e decidida, com possibilidades de gerar resultados substanciais em um futuro próximo”.
O líder paquistanês pediu aos “irmãos iranianos” que, em troca, abram o Estreito de Ormuz, bloqueado em retaliação aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra seu território, “durante esse mesmo período de duas semanas, como um gesto de boa vontade”.
Na mesma mensagem, Sharif exortou “todas as partes beligerantes a respeitarem um cessar-fogo em todos os lugares durante duas semanas para permitir que a diplomacia alcance o fim definitivo da guerra, em prol da paz e da estabilidade a longo prazo na região”.
Suas palavras vêm depois que Trump ameaçou que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, poucas horas antes do fim de seu ultimato a Teerã, caso o país não aceite suas exigências e permita a passagem de navios pelo estreito.
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