Publicado 24/03/2026 11:05

O Paquistão se oferece para "sediar" "conversas significativas" entre os EUA e o Irã para pôr fim à guerra

Archivo - Arquivo - Foto de arquivo do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif
Violaine Martin/UN Photo/dpa - Arquivo

MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do Paquistão se ofereceram nesta terça-feira para "sediar" "conversas significativas" entre os Estados Unidos e o Irã para pôr fim à guerra desencadeada no Oriente Médio na sequência da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático, em pleno andamento das negociações entre Washington e Teerã para tentar chegar a um novo acordo nuclear.

“O Paquistão acolhe com satisfação e apoia plenamente os esforços em curso para impulsionar o diálogo com o objetivo de pôr fim à guerra no Oriente Médio, em prol da paz e da estabilidade na região e além dela”, afirmou o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, por meio de uma mensagem publicada em suas redes sociais.

Assim, ele ressaltou que, “sujeito à aprovação dos Estados Unidos e do Irã”, o Paquistão “se mostra disposto e honrado em ser anfitrião para facilitar conversas significativas e conclusivas que permitam uma solução integral para o conflito em curso”, após as informações na mídia sobre o possível papel mediador de Islamabad.

Sharif citou ainda em sua mensagem o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o enviado norte-americano, Steve Witkoff; e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, sem que, até o momento, tenham sido registradas reações oficiais à proposta formulada por Islamabad.

As autoridades do Irã confirmaram, em seu último balanço, mais de 1.500 mortos pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos, embora a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, tenha elevado o número para mais de 3.000 mortos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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