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MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo do Panamá classificou nesta quarta-feira como uma “escalada desnecessária” a apreensão, por parte do Irã, de um de seus navios comerciais que transitava pelo estreito de Ormuz, e pediu à República Islâmica que deixe de lado as “ameaças” e as “chantagens”.
“Esse tipo de ação aumenta as tensões no Golfo e é contrário ao Direito Internacional. Além disso, representa um grave atentado à segurança marítima e constitui uma escalada desnecessária em um momento em que a comunidade internacional defende que o Estreito de Ormuz permaneça aberto à navegação internacional, sem ameaças nem chantagens de qualquer tipo”, denunciou o comunicado.
O país centro-americano, que possui a maior frota mercante do mundo e é atualmente membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, enfatizou que a apreensão do MSC-Francesca, transferido pelas autoridades iranianas para suas águas territoriais, é “ilegal”. “O Panamá rejeita as ações unilaterais que prejudicam o direito ao livre trânsito e colocam em risco vidas humanas”, esclareceu.
Diante do ocorrido, o governo afirmou ter entrado em contato com aliados na região para monitorar os acontecimentos, considerando como “prioridade” a “segurança e o atendimento aos marítimos a bordo”.
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