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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
Os palestinos que vivem na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental participaram de uma greve geral na segunda-feira para denunciar a ofensiva do exército israelense contra a Faixa de Gaza, lançada há 18 meses em resposta aos ataques perpetrados em 7 de outubro de 2023 pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e outras facções palestinas.
De acordo com relatos da agência de notícias palestina WAFA, a greve levou ao fechamento de universidades, escolas, bancos, lojas e instituições públicas, bem como à paralisação do transporte público no norte da Cisjordânia, que tem sido palco de uma operação israelense em larga escala há quase dois meses.
A greve foi convocada por vários grupos palestinos, incluindo o Fatah e o Hamas, para denunciar os "massacres" israelenses em Gaza, bem como a "guerra genocida" e o "deslocamento maciço" da população devido aos ataques e operações das forças israelenses.
As autoridades da Faixa de Gaza disseram na segunda-feira que mais de 50.700 palestinos foram mortos pela ofensiva militar israelense, incluindo cerca de 1.400 desde 18 de março, quando o exército israelense rompeu um cessar-fogo com o Hamas em janeiro, mas os esforços internacionais não conseguiram interromper os ataques de Israel.
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