Publicado 25/08/2025 13:00

Países muçulmanos pedem um cessar-fogo imediato em Gaza e sanções a Israel

Organização de Cooperação Islâmica (OIC)
OCI

MADRID 25 ago. (EUROPA PRESS) -

Os ministros das Relações Exteriores da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) pediram um cessar-fogo "imediato e permanente" na Faixa de Gaza e a imposição de sanções a Israel, depois de se reunirem em Jeddah, na Arábia Saudita, na segunda-feira.

Os países muçulmanos também pediram a retirada completa das forças militares israelenses do enclave palestino, de acordo com o comunicado final da 21ª Sessão Extraordinária do Conselho de Ministros das Relações Exteriores, lido pelo secretário-geral da OIC, Hissein Brahim Taha, citado pela agência de notícias oficial saudita SPA.

Taha também condenou o "genocídio, a limpeza étnica, o deslocamento forçado, a destruição sistemática e o bloqueio ilegal imposto a Gaza" e acusou Israel de "usar a fome como arma de guerra".

Ele também condenou a expansão dos assentamentos na Cisjordânia, particularmente na área E1 de Jerusalém, e os ataques a jornalistas, para os quais pediu "processo sob a lei internacional".

Taha criticou os "horríveis crimes de guerra" contra a população palestina e pediu uma resposta internacional mais eficaz à intenção declarada de Israel de assumir o controle militar total sobre Gaza e implementar sua política de "Grande Israel", em "violação flagrante da lei internacional".

Com relação à terrível situação humanitária na Faixa de Gaza, os países muçulmanos pediram a implementação das resoluções da Cúpula Conjunta Árabe-Islâmica em Riad em 2023. Eles também enfatizaram que cada vez mais países reconhecem o Estado da Palestina e pediram que outros sigam o exemplo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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