JCCM/DAVID ESTEBAN GONZALEZ
TOLEDO 16 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente de Castela-La Mancha, Emiliano García-Page, voltou a criticar nesta sexta-feira os independentistas por causa do financiamento regional, para garantir que “não é que eles queiram mais, é que eles querem mais do que os outros e isso, aqui, se chama privilégio”.
Foi assim que García-Page se pronunciou durante seu discurso após inaugurar a primeira fase da Escola de Educação Infantil e Primária Número 34 da cidade, onde rejeitou as críticas daqueles que dizem que ele foi “muito duro” com sua abordagem sobre o financiamento. “Como não vou ser? Estamos a arriscar, nem mais nem menos, que por trás de cada número e de cada conta há escolas, institutos, centros de saúde, hospitais ou testes de calcanhar. As pessoas brincam com essas coisas, mas 90% do que gastamos nas autonomias é em educação, saúde e benefícios sociais”. Nesse ponto, ele disse que teria que renascer para que alguém lhe dissesse “que um cidadão tem mais direito à educação ou a ser tratado de um infarto do que um cidadão de Albacete”. “Mas eu diria o contrário também. Não se trata de ter mais do que ninguém, como querem os independentistas”, acrescentou. Para finalizar, insistiu que Castela-La Mancha, “se nasceu para alguma coisa, é para não ter menos do que os outros, ou pelo menos, ter as mesmas oportunidades. E isso, no fim das contas, é lutar pela educação, lutar pela saúde e lutar pelo bem-estar social”, concluiu.
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