Publicado 06/02/2026 09:35

A OTAN “toma nota” do acordo entre os EUA e a Rússia para retomar o diálogo militar após cinco anos de suspensão.

Archivo - Arquivo - HANDOUT - 12 de setembro de 2025, Bélgica, Bruxelas: O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, fala durante uma coletiva de imprensa conjunta com o comandante supremo aliado na Europa, general Alexus Grynkewich, para anunciar o lançament
-/NATO/dpa - Arquivo

BRUXELAS 6 fev. (EUROPA PRESS) - A OTAN “toma nota” do acordo assinado nesta quinta-feira pelos Estados Unidos e pela Rússia para restabelecer o diálogo militar de alto nível entre os dois países, quase cinco anos após sua suspensão em meio a tensões poucos meses antes da invasão russa da Ucrânia, desencadeada em fevereiro de 2022.

Foi o que informaram fontes da Aliança Atlântica à Europa Press, que destacaram o papel do Comando Europeu do Exército dos Estados Unidos, liderado pelo comandante supremo aliado da OTAN, Alexus G. Grynkewich, na condução das conversações entre Washington e a Rússia.

Segundo a OTAN, Grynkewich tem “as atribuições necessárias” para manter um diálogo militar com o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Federação Russa “com o objetivo de evitar erros de cálculo e oferecer um canal que permita prevenir uma escalada não intencional”.

A avaliação da aliança ocorre depois que, nesta quinta-feira, os Estados Unidos e a Rússia concordaram em retomar o diálogo militar ao mais alto nível, à margem dos contatos trilaterais entre a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos nos Emirados Árabes Unidos para um acordo de paz.

“Manter o diálogo entre as Forças Armadas é um fator importante para a estabilidade e a paz mundiais, que só podem ser alcançadas pela força, e proporciona um meio para uma maior transparência e para reduzir a escalada”, informou em nota o Comando Europeu do Exército dos Estados Unidos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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