HAGUE 23 jun. (EUROPA PRESS) - (do correspondente da Europa Press, Victor Tuda)
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, negou na segunda-feira que tenha concedido uma cláusula de exclusão à Espanha para que o país não se comprometa a gastar 5% em defesa, como os aliados acordarão na cúpula em Haia, e indicou que o cálculo da organização é que a Espanha terá que gastar 3,5% de seu PIB em defesa para atender aos requisitos militares acordados pela OTAN, aos quais a Espanha vinculou seu investimento militar depois de concordar com mais flexibilidade.
"Na OTAN não há cláusulas de exclusão e ela não entende pactos ou acordos paralelos", disse o chefe político da OTAN em uma coletiva de imprensa antes da cúpula dos líderes em Haia. "A Espanha acredita que pode atingir essas metas com uma taxa de 2,1%. A OTAN está absolutamente convencida de que a Espanha terá que gastar 3,5% para alcançá-los", acrescentou.
Ele disse que os países informarão sobre a evolução de seus gastos e se atingiram as metas de capacidade. "Veremos. Em todo caso, haverá uma revisão em 2029", disse, lembrando que a OTAN avaliará a situação.
A OTAN chegou a um acordo no domingo para que os aliados se comprometam a aumentar os gastos com defesa para 5% do PIB até 2035, dando à Espanha a flexibilidade para definir seu próprio caminho de gastos, em um pacto que chega dias antes da cúpula dos líderes da OTAN.
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