Publicado 13/07/2026 10:13

A OTAN condena os ataques cibernéticos da Rússia contra seus aliados e avisa que utilizará “todas” as suas capacidades para se defen

Archivo - Arquivo - SYMBOL - 3 de abril de 2025, Bélgica, Bruxelas: Uma bandeira da OTAN tremula ao vento em frente à sede da OTAN em Bruxelas. Foto: Anna Ross/dpa
Anna Ross/dpa - Arquivo

BRUXELAS 13 jul. (EUROPA PRESS) -

A OTAN condenou “veementemente”, nesta segunda-feira, as “atividades cibernéticas maliciosas persistentes” da Rússia, e alertou que está preparada para empregar “toda a gama” de suas capacidades para dissuadir, defender-se e neutralizar essas ameaças, em resposta às últimas denúncias e sanções impostas pela UE e pelo Reino Unido contra a ofensiva cibernética do Kremlin.

“Condenamos veementemente as atividades cibernéticas maliciosas persistentes da Rússia, que se aproveita de seu ecossistema cibernético para atacar os Aliados e parceiros da OTAN. Essas atividades constituem uma ameaça à segurança dos Aliados”, afirma um comunicado divulgado nesta segunda-feira pela organização.

O comunicado foi publicado depois que Bruxelas e Londres anunciaram sanções contra 24 pessoas e entidades responsáveis por orquestrar ataques cibernéticos, interferir em eleições e difundir discursos maliciosos contra a Ucrânia por toda a Europa, incluindo os cibercriminosos envolvidos em redes de intermediários ligadas aos Serviços de Inteligência russos (RIS).

A Aliança Atlântica mostrou-se “unida e solidária” com todos os aliados afetados por essas atividades, dirigidas contra infraestruturas críticas nacionais e entidades governamentais, e tomou nota das declarações da UE e do Reino Unido que denunciam os vínculos da Rússia com criminosos cibernéticos.

Além disso, instou Moscou a pôr fim a essas “atividades desestabilizadoras”, que — alertou — desconsideram as normas internacionais acordadas sobre o comportamento responsável dos Estados no ciberespaço.

“Estamos preparados para empregar toda a gama de capacidades com o objetivo de dissuadir, defender-nos e neutralizar todo o espectro de ameaças cibernéticas. Estamos dispostos a responder a elas no momento e da maneira que escolhermos, em conformidade com o direito internacional”, alertou a organização.

No entanto, a OTAN defendeu seu compromisso com “um ciberespaço livre, aberto, pacífico e seguro” e garantiu que reforçou sua postura cibernética ao fortalecer o marco para integrar os efeitos cibernéticos nas operações, missões e atividades da Aliança.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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