A. Pérez Meca - Europa Press
MADRID 29 jul. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Transformação Digital e da Função Pública, Óscar López, descartou hoje que haja qualquer nuance por parte do governo em seu apoio ao ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero, depois que Pedro Sánchez afirmou que ele não é seu porta-voz e declarou que ainda se verá qual será o desfecho do processo judicial. Para o candidato à presidência da Comunidade de Madri, o ex-presidente é uma “referência ética” e ele não vê nenhum motivo para duvidar de sua idoneidade.
Em entrevista à TVE, divulgada pela Europa Press, Óscar López esclareceu, ao ser questionado sobre esse ponto: “Não, acredito que a justiça deve agir e, certamente, não há nenhuma nova nuance, pois não há nenhuma informação nova”.
A esse respeito, ele explicou que o que existe são “versões de uma das partes”, pois estamos em um processo judicial e uma parte apresenta uma versão, enquanto há outra versão, que é a de Zapatero.
Dito isso, ele reiterou sua confiança no ex-presidente, a quem conhece há 26 anos e com quem teve a oportunidade de trabalhar.
“Nunca vi nada que me levasse a suspeitar de alguma coisa; pelo contrário, sempre me pareceu uma pessoa que é um exemplo de ética”, afirmou.
Além disso, e apesar de ser considerado “investigado” pela Audiencia Nacional e de terem sido encontradas joias no valor de mais de 1,3 milhão de euros no cofre de seu escritório, ele insistiu que não há “nenhum elemento, nem um sequer, para duvidar da idoneidade do senhor Zapatero”.
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