Publicado 26/04/2025 10:02

Óscar López condena o ataque à sede do PSOE na Cantábria: "Nem um passo atrás na luta antifascista".

Yolanda Díaz defende a redução da jornada de trabalho: "Conquistamos isso nas ruas e vamos conquistar isso no Congresso".

O Ministro da Transformação Digital e da Função Pública, Óscar López, apresenta a Estratégia de Tecnologias Quânticas da Espanha no Fórum Global de Tecnologia da OCDE, no Espacio Fundación Telefónica, em 24 de abril de 2025, em Madri (Espanha).
A. Pérez Meca - Europa Press

MADRID, 26 abr. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Transformação Digital e da Função Pública, Óscar López, condenou o ataque com explosivos caseiros contra a sede do PSOE na Cantábria, alertando para uma "ultra" involução: "Nem um passo atrás na luta antifascista".

Foi o que ele disse durante seu discurso no evento que marcou o 50º aniversário das primeiras conquistas em termos de direitos trabalhistas e sociais na democracia, sobre o ataque à sede do PSOE em Santander, na tarde de sexta-feira, durante um evento sobre Memória Democrática.

López começou seu discurso expressando seu pesar por esses eventos, insistindo que o governo não dará "um único passo para trás na luta antifascista". Nesse contexto, ele garantiu que a sede da Comunidade de Madri será reconhecida como um lugar de memória "por mais que Isabel Díaz Ayuso a denuncie na tentativa de escondê-la".

O PAPEL DOS SINDICATOS

Em suma, Óscar López concentrou-se no "objetivo" do evento, que contou com a presença de líderes sindicais, de reconhecer o papel dos sindicatos.

De fato, um membro da plateia interrompeu a mesa redonda com os líderes sindicais para criticar Unai Sordo e Pepe Álvarez, chamando-os de "comegambas", o que fez com que o restante da plateia o vaiasse e o evento foi suspenso por alguns minutos.

Diante disso, Óscar López desprezou os ataques aos sindicatos, defendendo o fato de que eles têm um papel constitucional e reivindicando os avanços que, em sua opinião, são produzidos quando há um governo de esquerda que "governa de mãos dadas com os sindicatos".

A JORNADA DE TRABALHO

Por sua vez, a segunda vice-presidente e ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, participou do evento por meio de um vídeo gravado, já que está em Roma para participar do funeral do Papa Francisco.

Em sua mensagem, Yolanda Díaz defendeu a redução da jornada de trabalho, que será discutida nesta terça-feira no Conselho de Ministros, como um triunfo da democracia. "Não queremos viver para trabalhar, queremos trabalhar para viver. E isso também é uma vitória da democracia. Nós a conquistamos nas ruas e vamos conquistá-la no Congresso", proclamou.

Ele também advertiu que a democracia "está em perigo" 50 anos após a morte do ditador Francisco Franco, alertando que os líderes internacionais Donald Trump, Giorga Meloni e Javier Milei "formam a internacional do ódio com sua motosserra global para destruir o bem-estar, o planeta e a humanidade".

Diante disso, Yolanda Díaz pediu para "erguer uma internacional do trabalho" que coloque os trabalhadores no centro, que permita o aumento dos salários, que permita a conquista de direitos e que "garanta trabalho decente para todos".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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