Publicado 15/05/2025 08:05

Os sindicatos de saúde pública da Cantábria se mobilizarão amanhã em defesa da igualdade para os profissionais

Archivo - Arquivo - Centro de Saúde Campoo.
PRC - Arquivo

SANTANDER 15 maio (EUROPA PRESS) -

Os sindicatos CCOO, CSIF, GFE Sin Siglas, USAE e UGT convocaram os trabalhadores do Serviço de Saúde da Cantábria (SCS) a se mobilizarem e participarem das manifestações convocadas para esta sexta-feira, 16 de maio, às 13h30, nas portas de todos os centros de saúde e hospitais da comunidade.

Essas manifestações exigirão "negociações reais e efetivas nos fóruns legais estabelecidos para esse fim", bem como "condições de trabalho e salários iguais para todos os profissionais, deixando de lado a desigualdade e a discriminação que está ocorrendo entre as categorias em termos de remuneração e condições de trabalho".

CCOO, CSIF, GFE Sin Siglas, USAE e UGT responderam nesta quinta-feira, em um comunicado, ao "contínuo desrespeito" do Ministério da Saúde e do Governo da Cantábria ao Escritório Setorial de Saúde e se concentraram na "exclusão sistemática" dos profissionais e de seus representantes, "deixando de fora as melhorias nas condições de trabalho para a grande maioria dos trabalhadores, esquecendo-se deles".

Dessa forma, as organizações sindicais exigiram a extensão do pagamento dos complementos de atenção contínua aos "profissionais prejudicados", tanto na atenção hospitalar quanto na primária, incluindo emergências.

Essas manifestações, convocadas para "melhorar as condições de trabalho e os salários dos profissionais e para exigir o respeito aos espaços de negociação", serão o ponto de partida para uma mobilização que continuará na próxima segunda-feira, 19 de maio, em frente ao Parlamento da Cantábria, e que aumentará de intensidade "se essa situação não for reconsiderada".

Caso contrário, os sindicatos enfatizaram que tomarão medidas "mais enérgicas" diante da "indignação que está sofrendo a maioria dos profissionais de saúde pública da Cantábria, todos nós somos necessários e essenciais".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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