Diego Radamés - Europa Press - Arquivo
MADRID 5 out. (EUROPA PRESS) -
Os três representantes do Podemos que viajavam na flotilha, Lucía Muñoz, Serigne Mbayé e Alejandra Martínez, se recusaram a assinar a extradição, assim como os 21 membros que retornarão à Espanha neste domingo. Além disso, a organização confirmou que Martínez iniciou uma greve de fome junto com outros ativistas "para denunciar a situação".
De acordo com fontes do Podemos, a assinatura do documento implica o reconhecimento de uma "entrada ilegal" em território israelense que "não ocorreu". "Muñoz, Mbayé e Martínez, juntamente com centenas de outros ativistas, foram capturados pelas forças israelenses em águas internacionais quando realizavam uma missão humanitária, o que constitui um sequestro ilegal que viola o direito internacional", disseram.
Nesse sentido, o Podemos exigiu que o governo "tome todas as medidas necessárias" para conseguir "a libertação imediata" dos ativistas que faziam parte da Sumud Global Flotilla e para qualificar "o sequestro ilegal cometido por Israel" como "um ato de terrorismo de Estado".
O grupo também pediu uma mobilização social "para conseguir a libertação dos membros da tripulação".
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