Publicado 02/04/2025 07:14

Os quatro menores repreendidos da Escola Secundária Torres Quevedo não poderão se comunicar com o colega agredido nem se aproximar d

Várias pessoas com cartazes durante uma manifestação em apoio ao jovem com paralisia cerebral que sofreu bullying de quatro alunos, no IES Torres Quevedo, em 28 de março de 2025, em Santander, Cantabria (Espanha). O Ministério da Educação Regional
Juanma Serrano - Europa Press

SANTANDER 2 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Juizado de Menores de Santander concordou com uma medida cautelar para os quatro menores que foram processados por supostamente maltratarem um colega de escola, que consiste na proibição de se aproximar e se comunicar com ele por qualquer meio ou por meio de terceiros até que seja proferida uma sentença final.

Em uma ordem publicada na quarta-feira, contra a qual pode ser apresentado um recurso, o magistrado responde assim ao pedido feito pelo Ministério Público de Menores, que na sexta-feira passada solicitou a adoção dessa medida.

O juiz entende que a medida "tem a necessária proporcionalidade com os fatos que motivaram a instauração do processo".

E o fato é que "do que foi investigado até o momento, e sem querer fazer prejulgamentos, fica claro que estes poderiam ser classificados como crimes de maus-tratos, tratamento degradante e crime de ódio, particularmente graves dada a situação de vulnerabilidade da vítima, o ambiente escolar em que ocorreram e outras circunstâncias concomitantes".

Por essa razão, ele concordou em adotar a medida cautelar de proibição de se aproximar do menor, de sua casa, local de estudos ou qualquer outro lugar onde ele possa estar, e de se comunicar com ele por qualquer meio ou por meio de terceiros.

Da mesma forma, a decisão deve ser comunicada à escola e ao Ministério Regional de Educação do Governo da Cantábria, "garantindo em todos os casos o direito à educação dos menores em questão".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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