Publicado 08/05/2026 08:57

Os passageiros do MV Hondius serão transportados para terra em uma barcaça e desembarcarão do navio de cruzeiro em grupos

PRAIA, 6 de maio de 2026  -- Uma aeronave envolvida na evacuação de passageiros com suspeita de infecção por hantavírus decola do Aeroporto Internacional Nelson Mandela, em Praia, Cabo Verde, em 6 de maio de 2026.   Cabo Verde realizou, nesta quarta-feira
Elton Monteiro / Xinhua News / Europa Press / Cont

MADRID 8 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente da Autoridade Portuária de Tenerife, Pedro Suárez, explicou nesta sexta-feira que os passageiros do navio de cruzeiro “MV Hondius”, no qual já faleceu um passageiro após contrair o hantavírus, serão transportados em turnos, primeiro em uma barcaça e depois por estrada diretamente “até a escada do avião”.

Foi o que ele afirmou em entrevista ao programa “La hora”, da TVE, divulgada pela Europa Press, na qual tentou “acalmar os ânimos”, garantindo que os passageiros do navio sairão do mesmo no mar em direção a uma barcaça em turnos.

A partir daí, acrescentou que, assim que chegarem à terra, subirão ao cais e “imediatamente ao meio de transporte escolhido para levá-los ao aeroporto do sul”, e assumiu que o veículo, presumivelmente um ônibus, “os levará diretamente até a escada” do avião que já está preparado e que levará os passageiros aos seus respectivos países.

Dito isso, ele esclareceu que ainda falta formalizar um documento de protocolo e que a distância, em relação à costa de Tenerife, onde o cruzeiro irá ancorar, é decisão do capitão marítimo.

De qualquer forma, ele intuiu que “não poderá ser muito longe do local de desembarque”, dada a pouca experiência dos passageiros e porque “quanto menor for o trajeto, melhor, mais rápido e mais confortável”.

DESCONFORMO ENTRE OS TRABALHADORES DO PORTO

Por outro lado, questionado sobre uma manifestação convocada pelos trabalhadores do porto para impedir o desembarque do cruzeiro, Suárez negou ter qualquer relação com os trabalhadores do porto de Granadilla, onde o MV Hondius irá atracar.

Nesse sentido, ele afirmou que os trabalhadores do cais de fato demonstraram seu apoio em “dois documentos” e que até se juntaram à coordenação da operação “caso fossem necessários”.

Além disso, ele reiterou que se trata de uma intervenção semelhante a outras já realizadas durante a pandemia de Covid-19 de 2020 “em várias ocasiões e com total sucesso”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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