Publicado 28/07/2026 12:47

Os países do Golfo defendem “dar prioridade às soluções políticas” para chegar a um acordo com o Irã

Pedem que sejam criadas “condições propícias” para se chegar a “soluções aceitáveis” para todas as partes

Archivo - Arquivo - 12 de abril de 2023, Doha, Doha, Catar: O emir do Catar, xeque Tamim bin Hamad Al Thani, se reúne com Sua Excelência Sayyid Badr bin Hamad bin Hamoud Al Busaidi, ministro das Relações Exteriores do Sultanato de Omã, no Catar, em 12 de
Europa Press/Contacto/Emiri Diwan Office - Arquivo

MADRID, 28 jul. (EUROPA PRESS) -

Os países do Golfo defenderam nesta terça-feira “dar prioridade às soluções políticas” e criar a confiança e as condições que facilitem um acordo com o Irã, em meio à trégua nos ataques que Washington e Teerã trocaram nos últimos treze dias.

Em uma reunião do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo realizada por videoconferência, os ministros destacaram a importância de “manter a ação conjunta, dar prioridade às soluções políticas e diplomáticas e criar condições propícias para gerar confiança e alcançar soluções aceitáveis para todas as partes”, informou o Ministério das Relações Exteriores do Catar, um dos participantes do encontro.

Doha informou que o encontro serviu para trocar pontos de vista sobre os acontecimentos atuais e compartilhar as informações mais recentes relativas às “negociações em andamento”, com o objetivo de que esses contatos “contribuam para reduzir as tensões e reforçar a segurança e a estabilidade regionais”.

Da mesma forma, foram abordadas a segurança e a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, com ênfase nos direitos de passagem e trânsito, de modo a que sejam respeitados os direitos soberanos de todos os Estados ribeirinhos das águas do Golfo.

Por sua vez, a diplomacia de Omã, outro dos países que atua como mediador entre os Estados Unidos e o Irã, destacou em outro comunicado, na mesma linha dos países do Golfo, que foi discutida a intensificação da “coordenação e consulta” em um momento de instabilidade na região e para questões como a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.

Essa é precisamente a questão que Mascate aborda bilateralmente com Teerã para chegar a um acordo que esclareça a gestão do estreito e reabra a estratégica rota marítima, que se tornou o principal instrumento de pressão do Irã no contexto da guerra.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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